E lá se vai ela mais uma vez, segurando as lagrimas que existem em cair, ela corre até um lugar isolado para que ninguém à veja chorar, tentando colocar a dor para fora, ela não quer mais sentir isso, prefere morrer a sentir essa dor, o choro se tornou constante as lagrimas estão caindo em meio aos soluços audíveis, ela já não consegue se controlar, leva suas mãos ao rosto e tenta se acalmar, mas não consegue sempre algo à faz lembrar do real motivo de está ali, sofrendo. Preferiria morrer? Morrer? Sim era uma coisa que à faria feliz naquele momento, não poder mais respirar, por que afinal, quem era o motivo dela estar viva, à fazia sofrer agora. Não havia ninguém lá, ninguém poderia impedi-la, talvez alguém se importasse com ela, e choraria depois, mas ela não sabia se alguém se importaria, ela se sentia sozinha. Foi então que ela o fez com algo cortante, se matou lentamente, sentia o sangue escorrer entre sua pele, ela tremia mau podia ficar em pé. Doía, doía mais do que a dor que ela sentia antes, mas ela não estava arrependida, estava feliz por sua decisão e foi em meio à dor que ela sorriu, o seu último sorriso, seus olhos se fecharam, se fecharam para sempre. — Rafaela Freitas.